Terça-feira, Janeiro 22, 2008

Alterando o tema

Um belo barco,
Navegava, navegava, navegava,
Num magnífico oceano,
Grandioso, grandioso, grandioso,
Constituído por uma água muito límpida,
Que balançava, balançava, balançava,
Ao sabor do vento,
Que soprava, soprava, soprava,
Por entre as nuvens,
Esbranquiçadas, esbranquiçadas, esbranquiçadas,
Que ocupavam um lindíssimo céu,
Azul, azul, azul,
Onde sobrevoavam enormes aviões,
Cinzentos, brancos, de todas as cores,
Que transportavam pessoas,
Baixas, altas, gordas, magras,
Que conversavam sobre todo o tipo de temas,
De política, de dinheiro, de qualquer tema.
Escrito por Catarina em 18:33:38 | Link permanente | Comments (1) |

Sexta-feira, Janeiro 18, 2008

O Nascimento

   Daniel estava no café com os amigos quando recebeu um telefonema. Depois de desligar gritou euforicamente:
- Nasceu! Nasceu! Nasceu!
Um dos seus amigos, o Tiago indagou-lhe:
- Nasceu quem? Mas afinal, quem é que nasceu?
- Foi a minha sobrinha! A minha tão esperada sobrinha! – exclamou o Daniel.
- Então de que é que estás à espera para ir vê-la? – perguntou o Tiago.
Daniel correu imediatamente para o carro e arrancou em direcção ao hospital. Quando chegou ao quarto de sua irmã Sofia perguntou ansioso:
- Onde é que ela está?
- A enfermeira deve estar quase a chegar com ela. – disse Sofia.
Dali a instantes, chega a enfermeira com a bebé ao colo e diz a Sofia:
- Ela é saudável, tem a altura e o peso ideais.
Mal a enfermeira pôs a bebé no colo de Sofia e se foi embora Daniel perguntou:
- Ela já tem nome?
- Não, por acaso tinha pensado em seres tu a dar-lhe o nome.
- E que tal Mafalda, gostas?
- Gosto.
- Quando é que voltas para casa?
- Talvez daqui a dois dias.
- O teu marido, o Rui, não vem cá ver a pequeno e linda Mafalda?
- Ele ainda chegou a tempo de assistir ao parto, mas depois do parto foi logo embora porque tinha muito trabalho.
Rodrigo, o pai de Mafalda era um empresário muito ocupado, por isso não dispensava muito lá muito do seu tempo para a família.
No regresso a casa de Sofia com Mafalda a família preparou uma festa de
boas-vindas para a bebé. Acolheu-as com muito amor e carinho, mas como já era de esperar, o pai de Mafalda já tinha ido para o trabalho.
Ou seja, hoje em dia, o trabalho, para algumas pessoas, está acima de tudo, até acima da família. As pessoas estão cada vez mais obcecadas pelo trabalho. Mas, nesta vida, o trabalho não é tudo, existem coisas mais importantes, como o amor e o carinho da família e a saúde.

Escrito por Catarina em 22:08:29 | Link permanente | Comments (1) |

Segunda-feira, Janeiro 07, 2008

O Sentido da Vida

As palavras saem,
Quase sem darmos por isso.
O coração bate,
E praticamente não o sentimos.
O sangue corre-nos nas veias como “um louco”,
E nem o vemos.
Gostámos das pessoas e elas gostam de nós,
Mas muitas vezes desiludimo-nos com elas.
Há dias que não nos apetece interagir com o Mundo lá fora,
Mas ouvimos sempre uma voz que nos diz “Tem que ser…”.
Mas porque é que tem que ser?
Escrito por Catarina em 19:47:43 | Link permanente | Comments (2) |

Quinta-feira, Janeiro 03, 2008

Sexta-Feira ou a Vida Selvagem

Resumo

Data
20/12/2007
26/12/2007
Páginas
0 a 68
68 a 111

Título: “ Sexta-Feira ou a Vida Selvagem”
Autor: Michel Tournier
Editora: Editorial Presença

Numa tarde, estava a embarcação Virgínia enfrentando no Oceano Pacífico, uma horrível e violenta tempestade. A certa altura, o barco parou de balançar, uma vaga gigantesca despenhou-se sobre o barco e arrasou com todo o material e todos os homens. Quando Robinson (que era um dos tripulantes) acordou, deu por si numa ilha deserta e avistava lá ao fundo numa falésia, a silhueta do Virgínia.
Depois de alguns dias decidiu construir um barco e baptizou-o de Evasão. Depois de pronto, Robinson descobriu que o Evasão tinha sido um fracasso, porque foi construído muito longe do mar, logo ele não o conseguiu pôr a navegar.
Robinson, um dia, decidiu seguir uma manada de pecaris, que costumavam afundar-se em lameiros. Ele decidiu fazer o mesmo e fazia-o dias sem conta. Enquanto lá estava julgava-se no meio da sua família em York. Certo dia, chegou à conclusão de que estava a enlouquecer por causa dos lameiros.
Nas seguintes semanas, explorou a ilha e trouxe do Virgínia barris de pólvora e objectos diversos que depositou numa gruta. Civilizou a ilha baptizando-a de Speranza, fazendo um mapa geográfico dela, domesticando animais, cultivando campos, criando habitações, outras construções, uma clepsidra e um direito.
Certo dia, Tenn (o cão de Robinson) apareceu entre os destroços do Virgínia.
Num dia em que Robinson continuava a sua rotina, chegaram à ilha uns índios e uma bruxa e realizaram um dos seus rituais, em que a bruxa escolhe um culpado/vítima que é morto pelos outros. Na segunda visita dos índios, a vítima fugiu por entre a floresta, Robinson matou o índio que a seguia e os outros foram-se embora. Robinson baptizou a vítima de Sexta-feira e passou a ser escravo de Robinson.
A segunda “droga” encontrada por Robinson, era enfiar-se numa galeria da gruta onde guardava todo o material que recolheu do Virgínia a fumar cachimbo.
Quando Sexta-Feira descobriu o esconderijo de Robinson, também fumou o tal cachimbo, mas Robinson descobriu-o lá. Sexta-Feira atirou o cachimbo para o chão, que foi parar junto dos barris de pólvora. Este descuido provocou sucessivas explosões o que destruiu tudo.
Depois de toda a destruição Tenn desapareceu e Sexta-Feira, mais tarde, substituiu-o por Anda que era uma cabrinha.
 Numa manhã, Sexta-Feira deu pelo desaparecimento de Anda. Foi à sua procura e encontrou-a junto de Andoar, o rei dos bodes, que já lhe tinha tentado retirar Anda. Sexta-Feira tentou aproximar-se dela mas não conseguiu, pois Andoar atacou-o, caindo por terra. Quando se conseguiu levantar, foi atacado novamente, mas desta vez Sexta-Feira caiu sobre o bode e, de seguida, caíram os dois num precipício. O bode morreu mas, Sexta-Feira sobreviveu, ficando com Anda.
Certa manhã, a embarcação Whitebird chegou à ilha. Robinson subiu a bordo com Sexta-Feira e foi então que Robinson reparou numa criança mal tratada que era o grumete. Robinson depois de pensar decidiu ficar na ilha com Sexta-Feira, pois lá era feliz.
Robinson quando chegou a Speranza deu pelo desaparecimento de
Sexta-Feira e chegou à conclusão de que ele tinha ido no Whitebird. Mais à frente, ouviu um barulho e reparou que o pequeno grumete, o Jean, tinha ficado com ele. Todavia, Robinson baptizou-o de Domingo e livrou-se da solidão para sempre.
Escrito por Catarina em 18:45:33 | Link permanente | Comments (0) |