A Importância de uma Mãe
- Sabes de quem é esse retrato, filho?
- Não, de quem é mãe?
- É da minha falecida mãe. Nós gostávamos muito uma da outra, ela era tudo para mim.
- Belmira; agora este nome lembra-me uma pessoa muito simpática e acolhedora, sempre pronta a ajudar, sempre com uma palavra amiga para pronunciar.
- Sofreste muito com a sua morte?
- Chorei, a minha auto-estima desceu em flecha, o meu apetite era cada vez menor e emagrecia de dia para dia.
- Quem é que te ajudou a ultrapassar essa mágoa, ou seja, quem é que foi o teu “ombro amigo”?
- Foi a tua tia São, ela foi uma mulher muito corajosa.
- Que idade tinhas?
- Tinha 20 anos, já era considerada adulta mas uma mãe é sempre uma mãe, é chegar a casa e ter com quem desabafar sobre os maus momentos passados em todo o dia, é ter alguém em quem confiar, é ter alguém em que se pode contar para tudo, uma mãe é um ser inexplicável.
- Ela morreu muito nova?
- Sim, tinha 46 anos, ainda tinha, pela frente, muitos anos de vida para aproveitar. Ela para mim era como o meu anjo-da-guarda, quando ela morreu senti-me insegura, sem defesas, mas depois cheguei à conclusão de que ela estaria sempre lá em cima a olhar por mim.
De repente, o filho mostrou-se muito triste e a mãe indagou-lhe:
- Porque estás assim?
- Tenho medo de te perder…
- Não tenhas medo, quando eu morrer não me perderás, porque estarei sempre aí dentro do teu coração.
- Não, de quem é mãe?
- É da minha falecida mãe. Nós gostávamos muito uma da outra, ela era tudo para mim.
- Belmira; agora este nome lembra-me uma pessoa muito simpática e acolhedora, sempre pronta a ajudar, sempre com uma palavra amiga para pronunciar.
- Sofreste muito com a sua morte?
- Chorei, a minha auto-estima desceu em flecha, o meu apetite era cada vez menor e emagrecia de dia para dia.
- Quem é que te ajudou a ultrapassar essa mágoa, ou seja, quem é que foi o teu “ombro amigo”?
- Foi a tua tia São, ela foi uma mulher muito corajosa.
- Que idade tinhas?
- Tinha 20 anos, já era considerada adulta mas uma mãe é sempre uma mãe, é chegar a casa e ter com quem desabafar sobre os maus momentos passados em todo o dia, é ter alguém em quem confiar, é ter alguém em que se pode contar para tudo, uma mãe é um ser inexplicável.
- Ela morreu muito nova?
- Sim, tinha 46 anos, ainda tinha, pela frente, muitos anos de vida para aproveitar. Ela para mim era como o meu anjo-da-guarda, quando ela morreu senti-me insegura, sem defesas, mas depois cheguei à conclusão de que ela estaria sempre lá em cima a olhar por mim.
De repente, o filho mostrou-se muito triste e a mãe indagou-lhe:
- Porque estás assim?
- Tenho medo de te perder…
- Não tenhas medo, quando eu morrer não me perderás, porque estarei sempre aí dentro do teu coração.