As Doçuras de Anita
Anita é uma rapariga de apenas 9 anos, mas já “sustenta” a sua família, porque seus pais a obrigam a produzir e vender compotas para assegurar uma boa alimentação para os outros cinco irmãos. Tem uns lindíssimos olhos azuis esverdeados e produzia compotas que têm um delicioso, soberbo e inexplicável sabor. Anita também estuda, é uma excelente aluna, a professora e os colegas adoram-na. É uma menina muito doce, meiga, preocupa-se demasiado com os outros e alegra toda a gente, tem uma grande força de viver.
No fim das aulas, chega a casa, e como tem uma irmã mais velha, Anita vai vender compotas, enquanto sua irmã mais velha, a Filomena, trata da lida doméstica. Quando regressa a casa quase sempre de noite, janta, mostra aos pais o que vendeu e dá-lhes o dinheiro. Mas naquele dia, como estava a chover só lhe compraram três frascos, enquanto o normal era trazer nada de volta. Então, quando seu pai, (que era mais severo que a mãe), viu o que ela tinha vendido, resmungou:
-Só vendeste isto? É para isso que te compro a fruta? Como castigo vais fazer mais vinte frascos dentro de uma hora e se não conseguires já sabes… – apontando para o cinto.
Filomena, sem seu pai saber e com pena de Anita ajudou-a. As duas, a muito custo, lá conseguiram cumprir o castigo.
Já eram 22 horas e Anita ainda ía começar a fazer os trabalhos de casa, que não eram poucos… Quando acabou, foi tomar banho e de seguida, foi-se deitar.
De manhãzinha, levantou-se e foi ajudar a Filomena a preparar o pequeno-almoço para a família, como era habitual.
No fim das aulas, chega a casa, e como tem uma irmã mais velha, Anita vai vender compotas, enquanto sua irmã mais velha, a Filomena, trata da lida doméstica. Quando regressa a casa quase sempre de noite, janta, mostra aos pais o que vendeu e dá-lhes o dinheiro. Mas naquele dia, como estava a chover só lhe compraram três frascos, enquanto o normal era trazer nada de volta. Então, quando seu pai, (que era mais severo que a mãe), viu o que ela tinha vendido, resmungou:
-Só vendeste isto? É para isso que te compro a fruta? Como castigo vais fazer mais vinte frascos dentro de uma hora e se não conseguires já sabes… – apontando para o cinto.
Filomena, sem seu pai saber e com pena de Anita ajudou-a. As duas, a muito custo, lá conseguiram cumprir o castigo.
Já eram 22 horas e Anita ainda ía começar a fazer os trabalhos de casa, que não eram poucos… Quando acabou, foi tomar banho e de seguida, foi-se deitar.
De manhãzinha, levantou-se e foi ajudar a Filomena a preparar o pequeno-almoço para a família, como era habitual.
Isto é apenas um conto, uma história imaginária, mas se estivermos atentos a estes casos veremos que existem histórias e relatos, não iguais a este, mas parecidos, na mesma situação.

