Sexta-feira, Outubro 19, 2007

As Doçuras de Anita

        Anita é uma rapariga de apenas 9 anos, mas já “sustenta” a sua família, porque seus pais a obrigam a produzir e vender compotas para assegurar uma boa alimentação para os outros cinco irmãos. Tem uns lindíssimos olhos azuis esverdeados e produzia compotas que têm um delicioso, soberbo e inexplicável sabor. Anita também estuda, é uma excelente aluna, a professora e os colegas adoram-na. É uma menina muito doce, meiga, preocupa-se demasiado com os outros e alegra toda a gente, tem uma grande força de viver.
    No fim das aulas, chega a casa, e como tem uma irmã mais velha, Anita vai vender compotas, enquanto sua irmã mais velha, a Filomena, trata da lida doméstica. Quando regressa a casa quase sempre de noite, janta, mostra aos pais o que vendeu e dá-lhes o dinheiro. Mas naquele dia, como estava a chover só lhe compraram três frascos, enquanto o normal era trazer nada de volta. Então, quando seu pai, (que era mais severo que a mãe), viu o que ela tinha vendido, resmungou:
-Só vendeste isto? É para isso que te compro a fruta? Como castigo vais fazer mais vinte frascos dentro de uma hora e se não conseguires já sabes… – apontando para o cinto.
Filomena, sem seu pai saber e com pena de Anita ajudou-a. As duas, a muito custo, lá conseguiram cumprir o castigo.
Já eram 22 horas e Anita ainda ía começar a fazer os trabalhos de casa, que não eram poucos… Quando acabou, foi tomar banho e de seguida, foi-se deitar.
De manhãzinha, levantou-se e foi ajudar a Filomena a preparar o pequeno-almoço para a família, como era habitual.

Isto é apenas um conto, uma história imaginária, mas se estivermos atentos a estes casos veremos que existem histórias e relatos, não iguais a este, mas parecidos, na mesma situação.              


                                                      

Escrito por Catarina em 11:38:53 | Link permanente | Comments (1) |

Terça-feira, Outubro 16, 2007

De 1 a 10

1, salada de atum;
2, carros de bois;
3, foi a conta que Deus fez;
4, pontas de sapato;
5, tem a forma de um brinco;
6, é só papéis;
7, são os anos da Elisabete;
8, tem a forma de um biscoito;
9, repara que só chove;
10, são os dedos dos teus pés.  
Escrito por Catarina em 16:49:44 | Link permanente | Comments (1) |

Ficha de leitura

Nome do livro: “A Bruxinha Lili e a cidade submersa”
Autor: Knister
Editora: arteplural edições

Resumo

Era uma vez, a Lili, uma criança normal, que certo dia acordou e viu um livro de bruxaria ao lado da sua cama. Folheou-o e reparou que tinha duas folhas misteriosas coladas uma à outra.
Certo dia, seu irmão comprou um globo de neve. A mãe logo se apressou a falar sobre o seu antigo globo de neve, que continha a Atlântida.
De seguida, Lili seguiu a estratégia da mãe e conseguiu descolar as folhas. Nessas páginas estava descrito o bruxedo da Escada de Orfeu, que atravessando portas a levou à cidade submersa da Atlântida.
Quando lá chegou encontrou uma tartaruga que se assumiu como rei D. Pompiduro Tartaruga. Pedindo ajuda à Lili e ordenando-lhe que o levasse à cidade, informou-lhe que havia um polvo gigante a impedir a passagem para fora da Atlântida e que ainda ninguém o tinha conseguido remover de lá. Era de lá que o seu povo abastecia os Aquanatas com alimentos, mas desde aí nunca mais conseguiram de lá sair.
Chegaram aos Paços do Conselho e D. Pompiduro explicou aos anciãos que a Lili sabia da outra passagem. Porém, Lili propôs que a deixassem ir até ao polvo. Todavia, emprestaram-lhe o Avantilo que era o cavalo-marinho mais veloz e corajoso de todos e ofereceram-lhe pérolas mastigáveis de oxigénio, pois lá cada vez havia menos oxigénio. Lili montou o Avantilo, mastigou uma pérola, recitou o feitiço do salto da bruxa e assim chegaram ao polvo.
Como a Lili estava a ficar sem ar mastigou outra pérola. O polvo viu e quis todas as pérolas da Lili, que eram cerca de quatro mãos cheias. A Lili deu-lhas, mas com a condição de ele desocupar a comporta. Ele mastigou-as todas de uma vez, ficou cheio de ar e foi subindo como um balão, desocupando assim a comporta.
Todos os habitantes da Atlântida festejaram e a Lili regressou a casa, com a promessa de voltar para os visitar.
Escrito por Catarina em 16:42:39 | Link permanente | Comments (0) |