Thursday, June 4, 2009

Planeta em Perigo

Ana Veloso

Perelhal

4750 Barcelos


 

Habitantes de todo o Mundo

 

 

Vila Cova, 4 de Junho de 2009

 

Cara População,

 

   já não é novidade para ninguém de que estamos em risco de perder o nosso único habitat. Esta catástrofe, como sabem, está a evoluir graças ao ser humano.

Venho por este meio, pedir a todas as pessoas, que reflictam nos seus actos. Alguns de vocês, a cada dia que passa, prejudicam cada vez mais o nosso Planeta, porque agem sem pensar nas consequências que podem estar a provocar.

Quando refiro “nosso”, reforço ainda mais a ideia de que temos um habitat em comum, logo ninguém tem o direito de danificar o que é de todos.

Sugiro que lutemos todos contra esta catástrofe, adoptando ao nosso quotidiano, medidas que combatam isto, todo o tipo de poluição.

Pensem que nós próprios estamos a encurtar o nosso tempo de vida!

Ajam conscientemente!

 

 

Com a mais elevada estima,

Ana Veloso

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Monday, June 1, 2009

Herói

Um herói, pode ser traduzido numa personagem, numa pessoa, em algo que achemos como que um exemplo a seguir. Muitas vezes seguimo-lo da maneira errada. Na minha opinião, um herói devia ser adoptado apenas para saber responder à típica pergunta “Qual é o teu ídolo?” e não para imitá-lo. Por vezes, essa obsessão de nos igualarmos ao tal torna-se doentia e traz graves consequências.

Às vezes, pensamos que alguém é feliz, como por exemplo, o nosso ídolo, talvez pela sua expressão ou pelas suas atitudes. Invejámos essa felicidade, tal felicidade que pode encontrar-se dentro de nós, mas como estamos demasiado ocupados a invejar e tentar alcançar a de alguém, não a conseguimos achar e apartir daqui pode surgir a tal obsessão.

Eu não tenho um herói definido, porque acho que, como ninguém é perfeito, ninguém é superior a ninguém, ninguém é melhor que ninguém, a perfeição não habita em ninguém, mas todos a conseguem alcançar à sua maneira, isto falando em pessoas. Normalmente, os heróis das crianças são desenhos animados ou algo do género, o que habitualmente são seguidos saudavelmente.

Na minha opinião, não devíamos imitar ninguém, se somos todos diferentes, todos temos a nossa maneira de ser feliz, todos temos a nossa maneira de marcar a diferença, …

Sê tu próprio, consegues superar quem quer que seja, à tua maneira!

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Se sabes o que dirias a um extraterrestre ?

Numa bela tarde, estava eu passeando pelo parque, quando, de repente, tive a sensação de que alguém estava atrás de mim, virei-me e reparei num ser estranho, nunca antes visto. Ele tinha um olho, era verde e parecia ser amigável. Com tantas diferenças dos humanos, fiquei curiosa, também estupefacta, mas decidi tentar conhecê-lo.

- Olá! Como te chamas? – Disse eu na expectativa de que ele me percebesse.

- Olá! Eu chamo-me Loren e tu? – Disse o ser sobrenatural com um sotaque muito estranho.

- Eu chamo-me Ana. De que planeta és?

- Eu sou do planeta dos sonhos.

- Do planeta dos sonhos? Esse planeta localiza-se na Via Láctea?

-Sim, vocês chamam-lhe Lua.

- Na Lua? Mas porquê que os nossos astronautas e os nossos cientistas nunca vos descobriram de nenhuma maneira?

- Porque nós só somos visíveis cá na Terra.

- E vocês só falam português?

- Não, falamos todas as línguas existentes.

- Mas… mas como? Porquê?

- Porque como te disse, sou do planeta dos sonhos, é um Mundo de encantos e fantasias, de cores e alegria. Lá fabricamos todos os vossos sonhos e enviamo-los durante o vosso sono. Levámos-vos numa viagem, uma viagem imaginária ao nosso planeta, cada um de vocês, todas as noites, visita um canto do nosso planeta. Por vezes, só lá alcançam a verdadeira felicidade, pode durar poucos minutos, mas, como que aconteceu. Muitos nem notam que é tudo imaginário, e, quando acordam, desiludem-se. Muitos irritam-se porque acordam ou alguém os acorda no “clímax da viagem”.

-Não fazia ideia de que alguém fabricava os nossos sonhos, achava sim que era um elemento próprio do sono, um momento criado por cada um de nós. Também são vocês que criam os pesadelos?

- Não! Nós só procuramos a felicidade interior de cada um e não os seus medos.

- A tua visibilidade, o tempo que podes cá estar, são limitados?

- São sim, tenho apenas mais 5 minutos.

- Só 5 minutos? Tenho tanto para te perguntar.

- Não há tempo. Prometo que volto.

Dito isto desapareceu por entre uma cortina de fumo e não deixou nem um vestígio da sua presença.

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Orações

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Monday, April 20, 2009

“A Dama Pé-de-Cabra”

Numa manhã, D. Diogo procurava um porco-montês num monte, até que ouve um belo cantar e vai ver a quem pertence. Quando lá chega, depara-se com uma bela senhora. Após alguma conversa, após D. Diogo oferecer seus bens e sua mão à senhora, ao qual ela recusou, a senhora conclui que só aceita a sua mão se D. Diogo prometesse que nunca mais haveria de se persignar, ao qual o cavaleiro aceitou.

Cavalgando levou sua donzela para o castelo e só lá deparou que a sua donzela tinha os pés forcados como os de cabra. Passados anos tiveram dois filhos, Inigo Guerra e Dona Sol.

Uma tarde, D. Diogo trouxe um javali muito grande, que serviu para um duradouro jantar. A certo momento, o Senhor de Biscaia atirou um osso envolvido em carne ao alão de D. Diogo, ao qual a podenga da donzela se apoderou de imediato e ferindo o alão. D. Diogo, deparando-se com tal situação, desatou a persignar-se quebrando o prometido. Dado o sucedido, a donzela começou a transformar-se num animal, semelhante à sua podenga, elevando-se saiu por uma grande fresta com sua filha, Dona Sol.

D. Diogo entristeceu durante muito tempo até que um dia o Sol nasceu como se fosse dia de Páscoa, D. Diogo decidiu ir confessar-se pelo seu prometido. O padre informou-lhe de que era considerado um excomungado, deu-lhe sua penitência à qual D. Diogo correspondeu.

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Wednesday, March 11, 2009

Carta de Reclamação

Ana Veloso

Rua 28 de Abril

4750-620 Barcelos


 

Perelhal, 11 de Março de 2009

 

Exmos. Senhores

 

Lamento comunicar a V. Exas. Que solicitei uma instalação de alarmes na minha casa. A instalação foi realizada pelos técnicos da loja em questão.

No passado Domingo, uma quadrilha assaltou a minha casa sem desactivar o alarme, porém o alarme não soou.

Solicito que me indeminizem e façam uma revisão ao material.

 

Ana Veloso

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Thursday, February 26, 2009

Teatro Vicentino


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Wednesday, February 25, 2009

” A ilha do Tesouro”


   Uma história que começa na estalagem Admiral Benbow, quando um velho pirata se hospeda lá e torna-se amigo de Jim Hawkins, filho dos donos da estalagem. Dada a morte do velho pirata, Jim e a sua mãe abriram o baú que o velho tinha. Encontraram um mapa de tesouro, que entregaram ao Dr. Livesey e ao Sr. Trelawney que organizaram uma tripulação para a realização de uma expedição à ilha do tesouro. É um livro recheado de acção e aventura.

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Chegada a Calecute

Ultrapassados todos os obstáculos impostos pelo caminho, como o simbólico e apaixonado Adamastor, a Tempestade ficcionada, chegou a hora da recompensa, o realizar do tão desejoso “sonho”. Depois de tanto tempo de má alimentação, de todas as doenças sofridas como consequência, ouve-se, da gávea, a tão esperada expressão:

- Terra à vista! Terra à vista! – gritou o nauta.

Mas ninguém acreditou, pois aquele nauta sofreu, durante a viagem, um défice visual em relação ao considerado normal. Quando, de repente, avistei uma gaivota poisada no mastro, e nesse preciso momento, todos corremos para a popa do navio, para contemplar a tão desejada terra.

Lá ao fundo, descobria-se uma pequena porção de terra, pintada em tons de castanho e verdes. Uma terra sob inúmeras espécies de aves. Avistavam-se também alguns pontos azulados, que podiam ser identificados como pequenas imperfeições daquela pintura tão real, mas que com uma visão mais atenta, se transformavam em deslumbrantes cascatas de transparentes lençóis de água.

À medida que nos íamos aproximando da desconhecida terra, um cheiro suave e inexplicável ia-se tornando cada vez mais intenso. Já nada se sentia, nem os sintomas das tão vastas doenças, nem o forte balançar do navio, nada, apenas se sentia a ansiedade de atracar.

A ansiedade terminou, os 9 árduos meses chegaram ao fim, atracámos. Temerosos e especulativos do que nos esperava, invadimos um bosque e através dele, chegamos ao centro de Calecute.

O suave cheiro tornara-se num magnífico aroma a especiarias; ouviam-se diferentes palavras, diferentes entoações, uma nova linguagem.

Avançámos e fomos detectados, identificados como intrusos e levados ao Rei. Contámos ao Rei a nossa turbulenta e tempestuosa viagem e o Rei ofereceu-nos um esplêndido banquete, convidando todas as pessoas importantes da Índia.

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Monday, November 24, 2008



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